segunda-feira, 28 de outubro de 2013


Este trabalho foi uma proposta de nossa professora de redação.



o destino

Em 1830 estava Roberta, uma linda mulher de 1,65 de altura, cheia de disposição, atitude, desejada por todos em que vivia em sua região. Roberta era capitã da Força Área do Brasil, amava o que fazia, sempre se esforçando ao máximo, não tinha filhos, muito menos era casada ou namorava. Era livre, aproveitava ao máximo sua vida com os amigos… Já em 1832, o sargento Ferraz foi transferido para a Força Área, homem bonito, charmoso, o tipo de homem que toda mulher desejava. Ferraz foi a sala de Roberta se apresentar para começar a trabalhar… Roberta ficou encantada com o seu jeito, e com seu caráter, e estava confiante que aquele homem iria fazer bem ao seu trabalho e proteger seu país… Dali então os dois começaram a trocar olhares diferentes, o dois já sabiam que estava rolando uma química só que não queriam admitir. Começaram a sair em grupos do trabalho, ou em dias de folgas, ficaram cada vez mais íntimos como dois melhores amigos, um começou a ir à casa do outro para fazer companhia, mas como amigo, nada rolava além de olhares… Os dois queriam se beijar, mas nenhum dos dois tomava iniciativa e ficavam na mesma dos olhares… Passaram-se 10 meses nessa “amizade intima”, até que Ferraz a chamou para um encontro, sem pensar nas segundas intenções, ela aceitou sem pensar duas vezes… Foram para um restaurante famoso no centro da cidade, começaram a beber e botar o papo em dia, quando estava quase na hora de ir embora ele se ofereceu para deixá-la em sua casa como nos velhos tempos de cavalheirismos. Chegando lá, abriu a porta para descer e segurou a mão dela, e logo em seguida a beijou, dali pra frente começaram a sair como namorados. Então decidiram oficializar o namoro mesmo, ficaram 5 anos namorando firme e forte… Decidiram se casar, e tiveram duas filhas, Ana Clara e Luiza. Hoje, Roberta é viúva, mora sozinha em uma cidade do interior, suas duas filhas estão casadas e têm filhos. Ferraz morreu com 60 anos e Roberta nos tempos de hoje 64 anos, e sente falta de seu amado. Aos domingos se reúne com sua família e conta sua historia de amor para seus netos, filhas e netas.









By: Júlia Fanti

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